
O superintendente da Fundação de Educação Tecnológica e Cultural da Paraíba, Anselmo Castilho, participou nessa sexta-feira (31) do lançamento do “Empodera IFPB”, no auditório da Pró-Reitoria de Extensão e Cultura (Proexc). O programa envolve diversas ações entre todas as pró-reitorias do Instituto Federal da Paraíba para capacitação e empoderamento feminino no mercado de trabalho.
“A Funetec apoia o programa Empodera IFPB que é importantíssimo porque faz com que as políticas afirmativas de gênero se perpetuem nas instituições, dando uma real dimensão contra o machismo estrutural”, disse Anselmo Castilho.
O lançamento do programa “Empodera IFPB” foi marcado por uma Mesa de diálogo sobre as mulheres nos espaços de decisão, que foi mediada pela diretora de Extensão Popular e Rural, Keitiana de Souza Silva e teve como debatedoras: a reitora do IFPB, Mary Roberta Meira Marinho; a desembargadora do Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB), Agamenilde Dias Arruda Dantas; a diretora-geral do Campus Cabedelo, Turla Angela Alquete, a diretora-geral do Campus Campina Grande, Ana Cristina Dantas; e a pesquisadora sobre os direitos das mulheres e professora do Campus Cabedelo Centro, Monique Ximenes.
Durante o evento, a reitora Mary Roberta ressaltou que o “Empodera IFPB” culmina todas as ações em defesa desenvolvidas pelo instituto federal de ensino.
“O programa estabelece a partir de agora um marco regulatório de ações que possam abraçar as pautas de igualdade de gêneros e do protagonismo feminino e possa trazer também contribuições que venham de vários setores da sociedade”, disse a reitora Mary Roberto.
Para o pró-reitor de Extensão e Cultura do IFPB, Nicácio Lopes, o “Empodera IFPB” tem em sua essência a defesa dos direitos humanos.
“As mulheres historicamente têm seus direitos subtraídos, obliterados, ocultados ou mitigados. E nós queremos efetivamente propiciar a inserção de mulheres em espaços de poder”, ressaltou o professor Nicácio Lopes.
De acordo com a diretora de Extensão Popular e Rural, Keitiana de Souza Silva, “o programa se propõe também a combater a evasão escolar no IFPB, particularmente, entre as mulheres com dificuldades em continuar seus cursos por que precisam cuidar de seus filhos e buscam trabalhos diversos e com baixa qualificação profissional para se manterem ou contribuírem na manutenção de suas famílias”, disse.
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